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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

17 frases ridículas que pessoas negras estão acostumadas a ouvir ditas às pessoas brancas Leia a matéria completa em: 17 frases ridículas que pessoas negras estão acostumadas a ouvir ditas às pessoas brancas

Quanto se inverte as coisas o a racismo fica mais evidente. 
Por  e pesquisa realizada com o auxílio de Alcides Lima De Lima Jr e Mariana Benedito.
Frases ridículas que pessoas negras estão acostumadas a ouvir


1. “Eu não sou racista, até tenho amigas brancas”.

2. “Não tenho preconceito, eu tinha um amigo branco na infância que até comia na minha casa… “

3. “Você acha que tem preconceito contra branco no Brasil?”

4. “Como você fez pro seu cabelo ficar assim?”

5. “Brancão sempre tem um p** enorme, né?”

6. “Sempre quis saber como é uma branca na cama”.

7. “Você já pensou em ser passista de escola de samba?”

8. “Você é um branco bonito, não tem os traços tão fortes, sabe?”

9. “Mas ele é um branco de alma negra!”

10. “Que cor branca interessante você tem!”

11. “Branco tem mania de perseguição”.

12. “Seus pais também são brancos?”

13. “Eu não sou racista, tinha uma funcionária/empregada branca em casa, todos adoravam ela, uma fofa.”

14. “Tinha que ser branco!”

15. “Eu até já peguei uma branquinha”

16. “Você deve gostar de morena. Né, brancão?”

17. “Não sou teus brancos



Conteúdo consta no site: Portal Géledes

Parque Memorial Quilombo dos Palmares

Passeio virtual

Primeiro equipamento do gênero no País, o Parque Memorial Quilombo dos Palmares reconstitui o cenário de uma das mais importantes histórias de resistência à escravidão ocorridas no mundo: a história do Quilombo dos Palmares – o maior, mais duradouro e mais organizado refúgio de negros escravizados das Américas. Nele, reinou Zumbi dos Palmares, o herói negro assassinado em 20 de novembro de 1695, data em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra.
Fruto de uma luta de mais de 25 anos do Movimento Negro brasileiro, o Memorial foi implantado em 2007 pelo Ministério da Cultura, por meio da Fundação Cultural Palmares,  no território original da longa e sangrenta batalha – a Serra da Barriga, para cujas matas milhares de negros escravizados rebelados fugiram durante o período de dominação holandesa. Para difundir este capítulo da história do Brasil, a Fundação Palmares preparou um passeio virtual pelo único parque temático cultural afro-brasileiro.
Fonte: Fundação Palmares

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Coleção Educação e Relações Raciais



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O que é a Coleção Educação e Relações Raciais?

A Coleção Educação e Relações Raciais: apostando na participação da comunidade escolar tem por objetivo contribuir para que as escolas desenvolvam um processo de autoavaliação participativa sobre a implementação da lei 10.639, ampliem a roda de pessoas e coletivos envolvidos com a superação do racismo e de outras discriminações e construam um plano de ação estratégica que gere transformações efetivas no cotidiano escolar.
A proposta também visa reconhecer, potencializar e articular ações já desenvolvidas por escolas, secretarias de educação, universidades e grupos e organizações da sociedade civil destinadas a promover uma educação antirracista e não discriminatória.
A Coleção foi desenvolvida a partir do trabalho com escolas, do diálogo com experiências internacionais e nacionais de educação das relações etnico-raciais – em especial, as desenvolvidas por organizações do movimento negro brasileiro – e com outras experiências educativas comprometidas com a afirmação dos direitos humanos de todas as pessoas.

Os Materiais da Coleção

A coleção é composta por cinco materiais. Eles podem ser utilizados de forma combinada ou separada em diversos momentos e espaços da vida escolar: em atividades pedagógicas em sala de aula, em processos de autoavaliação participativa, em horários de planejamento pedagógico e de formação de professores, em reuniões de pais, mães e familiares, em festas, reuniões do grêmio estudantil, nas atividades de pátio etc. São eles:
1. Afro-brasilidades em Imagens. Conjunto de nove cartazes produzidos por artistas plásticos a partir de temas que emergiram do trabalho de Ação Educativa com escolas públicas. O material vem contribuir para suprir uma grande lacuna: a falta de imagens no ambiente escolar (nas salas de aula, no pátio etc.) que afirmem positivamente a população negra nas escolas. Os cartazes abordam os seguintes temas: cabelos, Áfricas, mídia e negritude, arte e cultura, ciência e produção de conhecimento, mulheres e meninas negras, resistências e movimentos sociais, povo negro em diferentes espaços sociais e a diversidade na escola.
2. Indicadores de Qualidade na Educação – Relações Raciais na Escola. Integrante da série Indicadores de Qualidade na Educação, a publicação é um instrumento de apoio a processos de autoavaliação participativa escolar, comprometido com o fortalecimento da gestão democrática. Os Indicadores Relações Raciais na Escola são compostos por indicadores vinculados a sete dimensões: relacionamento e atitudes; currículo e prática pedagógica; recursos e materiais didáticos; acompanhamento, permanência e sucesso; a atuação dos/das profissionais de educação; gestão democrática; para além da escola.
3. Guia Metodológico. O guia aborda a metodologia Educação e Relações Raciais e suas muitas possibilidades a serem exploradas, recriadas e adaptadas para diferentes contextos escolares. O Guia contém uma seção dedicada a sugestões de trabalho – dentro e fora da sala de aula – com os vídeos e os cartazes que compõem a coleção Educação e Relações Raciais.
4. Vídeo 1 – Educação e relações raciais: apostando na participação da comunidade escolar (16 minutos). Construído a partir da linguagem da animação, o vídeo aborda os desafios envolvidos no enfrentamento do racismo e na valorização da cultura e da história africanas e afro-brasileiras no ambiente escolar. Apresenta as bases da metodologia do projeto Educação e Relações Raciais: apostando na participação da comunidade escolar e busca sensibilizar estudantes, profissionais de educação e familiares sobre a importância de uma ação articulada na escola e na comunidade.
5. Vídeo 2 – Educação e relações raciais: diálogos Brasil e África do Sul (58 minutos). O foco desse vídeo é o lugar da agenda racial nas políticas educacionais no Brasil e na África do Sul, dois países marcados por democracias recentes e históricas e profundas desigualdades raciais. A partir de entrevistas com gestores, pesquisadores(as) e ativistas dos dois países, o vídeo explicita os desafios colocados para o campo das políticas públicas. Esse vídeo é um material mais complexo e adensado, que pode ser utilizado na íntegra ou em capítulos (introdução, parte Brasil, parte África do Sul).

Fonte:
http://www.acaoeducativa.org.br/relacoesraciais/colecao-educacao-e-relacoes-raciais/

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UNEGRO/PARANÁ: Edital apoia projetos de enfrentamento às desigual...: As inscrições para o “Edital Gestão Escolar para a Equidade – Juventude Negra” estão abertas até 10 de outubro. O objetivo é contribuir par...